sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Da seção Tarantino-Pulp Fiction

Adoro filmes onde início, meio e fim não acontecem necessariamente nessa ordem. Essa idéia de tempo é totalmente desordenada em Pulp Fiction. Isso acontece em outras obras como Brilho eterno de uma mente sem lembranças e é mais sutil em Vanilla Sky.




Outra característica que achei muito marcante neste filme são os diálogos. O filme não é somente baseado nos fatos por si só. Há minutos e minutos de puro diálogo. A meu ver, a violência do filme se contradiz completamente na calma (não diria frieza) e na leveza dos personagens. Um exemplo disto é a cena em que Jules e Vicent conversam tranqüilamente na lanchonete após uma manhã intensamente recheada de mortes e pedaços de cérebro de negro. Fica aí a dica.

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